Camisinha femininaé um método contraceptivo do tipo barreira. Feita de látex ou poliuretano, impede a ascensão dos espermatozoides ao útero.
Espermicida este método mata ou imobilizam os espermatozóides, empedindo a entrada destes no colo uterino.
O diafragma é colocado no colo doútero e impede a passagem dosespermatozóides para o úteroevitando a fecundação.
Camisinha impede a passagem dos espermatozóides até o útero.
Uma vez implantado, o contraceptivo intra-uterino pode permanecer no útero por até 5 anos no caso do DIU Mirena, ou 10 anos no caso do DIU de cobre.
Apesar da alta dose hormonal, o seu efeito é muito rápido. Após 24 horas, ela já foi totalmente metabolizada e absorvida pelo seu corpo.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Métodos Contraceptivos - Vanessa Rufino
A injeção anticoncepcional é um método contraceptivo que possui em sua fórmula a combinação de progesterona ou associação de estrogênios, com doses de longa duração.
Camisinha é um método contraceptivo do tipo barreira. Feita de látex ou poliuretano, impede a ascensão dos espermatozoides ao útero.
O anticoncepcional hormonal combinado oral (AHCO) ou pílula anticoncepcional é um comprimido que tem em sua base a utilização de uma combinação de hormônios, geralmente estrogênio e progesterona sintéticos, que inibe a ovulação.
O diafragma é um anel flexível envolvido por uma borracha fina, que impede a entradados espermatozoides no útero.
O Adesivo anticoncepcional, também chamado de patch, é um material aderente que deve ser colado na pele da mulher e permanecer na mesma posição por uma semana.
As desvantagens considerando que a adolescência vai até os 19 anos, não há nenhuma vantagem do ponto de vista médico. Os ossos da bacia não estão bem formados, o que dificulta a passagem do bebê. Além disso, existe a imaturidade comportamental. É difícil que as mães adolescentes façam o pré-natal de maneira correta e responsável. Em resumo, podemos apontar principalmente desvantagens em uma gravidez tão precoce. Além, do risco de se engravidar, ainda mais na adolescência, há varios riscos de se pegar doenças sexualmente transmissíveis, se não se prevenir é claro, mais há diversos tipos de doenças, a mais conhecida é a Aids. Mais, se tratando, tudo se resolve. Existe as prevenções que são a Camisinha, Pílulas anabolizantes entre outras.
A gravidez na adolescência tem sido apontada como um problema de saúde pública. Pretende-se, neste artigo, conhecer os motivos que levam a adolescente a engravidar, apesar do grande número de informações, mais isso ocorre por falta de compreensão, e quando ocorro, não se dá nenhuma vantagem ao engravidar na adolescência, pois, você irá perder estudo, chances de trabalhos entre outros. Mais há diversos tipos de prevenções para que essa gravides não aconteça, como se previnindo: Diafragma Camisinha Pílulas anticoncepcionais Espermicida
Além do fato de engravidar, há o risco de você se contaminar com doenças sexualmente transmissíveis como : Clamídia - O contágio pela bactéria Chlamydia trachomatis provoca inflamação dos canais genitais e urinários. Nas mulheres, pode ocasionar a formação de abscessos (obstruções com dilatação), infertilidade e dores pélvicas. Nos homens pode provocar esterilidade.
AIDS – Síndrome da imunodeficiência humana (HIV), transmitida por um retrovírus que destrói as células de defesa (linfócito T), resultando na baixa imunidade do organismo que fica suscetível a outras infecções. Dentre os sintomas iniciais destaca-se: fadiga, febre, distúrbios do sistema nervosos central, inchaço crônico dos gânglios linfáticos e o surgimento de vesículas avermelhadas na derme.
Mas há tratamento, e gestos de prevenções, como eu disse ali em cima que seria : Diagragma, Camisinha, Pílulas anticoncepcionais e Espermicida.
Em um gravides na adolescência, não à nada de positivo, pois, atrapalhara quase em tudo no começo, como estudos, trabalho entre outros. Engravidar na adolescência, é uma perca de tempo, pois, além de engravidar, você pode ter doenças sexualmente transmissíveis, como: Gonorréia contágio pela bactéria Neisseria gonorrheae, provoca a inflamação da uretra (canal urinário), pode alastrar-se para outros órgãos causando complicações como: artrite, meningite e problemas cardíacos. Há também a Tricomona que é causada pelo protozoário do gênero Trichomonas Donne, atinge, principalmente, o aparelho digestivo e genital, causando inflamação do canal vaginal, nas mulheres, e da uretra nos homens. Entre muitas outras. Mais também, para essas doenças, há tratamento e muitos, o mais indicado, é o uso da camisinha, que além de te proteger contra as doenças, faz com que você não tenha um filho na adolescência.
Não há vantagem alguma em ser mãe na adolescência. A partir do momento em que uma mulher se torna mãe, ela passa a ter responsabilidades a mais, cuidados a mais. Seu tempo fica dividido entre a sua vida e os cuidados que tem que ter com o filho. Uma adolescente está começando a se tornar independente, é uma idade em que se descobre coisas, diverte-se, namora, estuda.... Um filho vai fazer com que uma adolescente perca tudo isso. Ela acaba perdendo o melhor da sua juventude. Ser mãe é uma coisa linda e exige muito da mulher e uma adolescente não está preparada para enfrentar a educação de um filho. Acho que na vida a gente não tem que pular etapas... Há que se viver de acordo com o tempo que nos foi dado.... Pular etapas transforma demais a vida. E transforma de um jeito que não é bom não.
Doenças e tratamentos
Gonorreia é uma infecção sexualmente transmissível (IST) comum. Os sintomas da gonorreia geralmente aparecem de 2 a 5 dias após a infecção. No entanto, em homens, os sintomas podem levar até 1 mês para aparecer. Alguns indivíduos não apresentam sintomas. Eles podem não fazer ideia de que contraíram a infecção e, por isso, não procuram tratamento. Esse fator aumenta o risco de complicações e as chances de transmitir a infecção a outras pessoas. A gonorreia é causada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae. Qualquer indivíduo que pratique qualquer tipo de sexo pode contrair a gonorreia. A infecção pode ser transmitida por contato oral, vaginal, peniano ou anal. Há dois objetivos no tratamento de uma doença sexualmente transmissível, especialmente em uma que pode ser transmitida tão facilmente, como a gonorreia. O primeiro objetivo é curar a infecção do paciente. O segundo é localizar e examinar todos os demais indivíduos que tiveram contato sexual com o paciente e tratá-los para evitar demais transmissões da doença.
A lepra é uma doença de pele, também chamada de Hanseníase, que afeta os nervos causando grandes danos. Ela é transmitida pelas secreções do indivíduo contaminado.
A lepra tem cura através da toma de antibióticos e tratamento médico.
Lepra é contagiosa
A lepra é contagiosa, podendo ser transmitida de pessoa para pessoa através da saliva, sendo que é recomendado que o paciente leproso evite falar, beijar, tossir ou espirrar muito perto de outras pessoas, enquanto não iniciar tratamento. O indivíduo pode contaminar-se com a bactéria causadora da lepra e só manifestar sintomas muitos anos depois.
A lepra pode-se pegar através do contato com macaco, tatu, percevejo ou mosquito contaminado.
Fotos da lepra
Fonte: Centers for Disease Control and Prevention
Sintomas da lepra
O primeiro e principal sintomas da lepra é o aparecimento de manchas arredondadas, mais claras que a pele, que se podem espalhar pelo corpo. Algumas vezes podem tornar-se avermelhadas e insensíveis, pois o indivíduo deixa de sentir as diferenças de temperatura e de pressão, podendo causar acidentes sérios.
Tratamento para lepra
O tratamento da lepra é feito com a toma de 3 antibióticos, a Dapsona, Rifampicina e Clofazimina, durante algum tempo, sendo que após 15 dias, o indivíduo já não pode mais transmitir a doença, ficando curado pouco tempo depois.
Lepra:É uma doença transmissível causada por uma bactéria, afeta maioritariamente a pele e os nervos. Ela progride lentamente com uma média de período de incubação de 3 anos. A lepra pode afetar todas as idades ambos os sexos. tratamento:A lepra pode ser curada, por um remédio MDT (o MDT é um medicamento que cura a Lepra. Este medicamento, quando tomado no início da doença, não permite que a lepra provoque o apodrecimento do nosso corpo.) MDT mata a bactéria e para a transmissão da doença.
O doente de lepra pode levar uma vida completamente normal. Quando detectado cedo e tratado com MDT, a lepra não deixará deformidades.
Sinais da lepra: Um doente de lepra é alguém que : tem uma mancha ou manchas na pele com clara perda de sensibilidade; e que não fez um tratamento completo com multidrogaterapia.
Manchas da lepra: Podem ser hipopigmentadas, envermelhadas ou da cor do cobre, podem ser planas ou elevadas;
Não dão comichão;
Normalmente não doem;
Apresentam falta de sensibilidade ao calor, tacto ou dor;
Podem aparecer em qualquer parte do corpo.
Outros sinais da lepra incluem: Nódulos avermelhados ou da cor da pele, infiltração difusa e brilhante da pele, sem perda de sensibilidade.
Lepra , doença granulomatous dos nervos e da mucosa periféricos das vias
respiratórias superiores, se não tratada a doença, as manchas causadas na pele
são permanentes. Em consequencia dos sistomas da doença os seus membros ficam
desfigurados ou amputam.
A transmição da doença é por
gotículas de saliva.Peço simples ato de falar ,espirra , tossir , ou até mesmo
beijar o vírus bacilo Mycobacterium leprae é eliminado pelo aparelho
respiratório da pessoa doente.
Hoje em dia, a lepra é
tratada com antibióticos, e esforços de Saúde Pública são dirigidos ao
diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, à tambem a ajuda com próteses aos
pacientes curados e que sofreram mutilações e à prevenção voltada principalmente
para evitar a disseminação.
história Hipócrates utilizou pela primeira vez a denominação λέπρα (derivado de λέπω «descamar») quando descreveu manchas brancas na pele e nos cabelos. Entretanto, em nenhum momento informou sobre manifestações neuronais; provavelmente estivesse se referindo ao vitiligo. A denominação lepra é utilizada na Bíblia hebraica como tsaraáth tendo o significado de desonra, vergonha, desgraça. No Egito Antigo, há referências a essa doença há mais de três mil anos, emhieróglifos de 1350 a.C. A Bíblia contém passagens fazendo referência ao nome lepra, mas este termo foi utilizado para designar diversas doenças dermatológicas de origem e gravidade variáveis. A antiga lei israelita obrigava os sacerdotes a saberem reconhecer a doença. As descrições mais precisas da lepra, porém, datam de 600 anos a.C. (Tratado Médico Indiano de Sushrata Samhita denomina-a kushta) onde já eram descritos dois grupos principais: Vat Rakta, que apresentava manifestações predominantemente neurais; e Aurun Kushta onde eram observadas características vsirchowiana.
A lepra foi durante muito tempo incurável e muito mutiladora, forçando o isolamento dos pacientes em gafarias, leprosarias ou leprosários, principalmente na Europa na Idade Média, onde eram obrigados a carregar sinos para anunciar a sua presença. A doença deu, nessa altura, origem a medidas de segregação, algumas vezes hereditárias, como no caso dos Cagots no sudoeste da França.
No Brasil existiram leis para que os portadores de lepra fossem "capturados" e obrigados a viver em leprosários, a exemplo do Sanatório Aimorés (em Bauru, SP),o Hospital do Pirapitingui (Hospital Dr. Francisco Ribeiro Arantes) e o Hospital Curupaiti em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A lei "compulsória" foi revogada em 1962, porém o retorno dos pacientes ao seu convívio social era extremamente dificultoso em razão da pobreza e isolamento social e familiar a que eles estavam submetidos.
transmissão
A lepra é transmitida por gotículas desaliva. O baciloMycobacterium lepraeé eliminado pelo aparelho respiratório da pessoa doente na forma de aerossol durante o ato de falar, espirrar, tossir ou beijar. Quase sempre ocorre entre contatos domiciliares, geralmente indivíduos que dormem num mesmo quarto.
A contaminação se faz por via respiratória, pelas secreções nasais ou pela saliva, mas é muito pouco provável a cada contato. A incubação, excepcionalmente longa (vários anos), explica por que a doença se desenvolve mais comumente em indivíduos adultos, apesar de que crianças também podem ser contaminadas (a alta prevalência de lepra em crianças é indicativo de um alto índice da doença em uma região).
Noventa por cento (90%) da população tem resistência ao bacilo de Hansen (M. leprae), causador da lepra, e conseguem controlar a infecção. As formas contagiantes são a virchowiana e a dimorfa.
Nem toda pessoa exposta ao bacilo desenvolve a doença, apenas 5%. Acredita-se que isto se deva a múltiplos fatores, incluindo a genética individual.
Indivíduos após 15 dias de tratamento ou já curados não transmitem mais a lepra.
Progressão e sintomas O tempo de incubação após a infecção é longo, de 2 a 7 anos. Um dos primeiros efeitos da lepra, devido ao acometimento dos nervos, é a supressão da sensação térmica, ou seja, a incapacidade de diferenciar entre o frio e o quente no local afetado. Mais tardiamente pode evoluir para diminuição da sensação de dor no local. A lepra indeterminada é a forma inicial da doença, e consiste na maioria dos casos em manchas de coloração mais clara que a pele ao redor, podendo ser discretamente avermelhada, com alteração de sensibilidade à temperatura, e, eventualmente, diminuição da sudorese sobre a mancha (anidrose). A partir do estado inicial, a lepra pode então permanecer estável (o que acontece na maior parte dos casos) ou pode evoluir para lepra tuberculóide ou lepromatosa, dependendo da predisposição genética particular de cada paciente. A lepra pode adotar também vários cursos intermediários entre estes dois tipos de lepra, sendo então denominada lepra dimorfa.
Epidemiologia Além do homem, outros animais de que se tem notícia de serem susceptíveis à lepra são algumas espécies demacacos,coelhos,ratose otatu. Este último pode servir de reservatório e há casos comprovados no sul dosEstados Unidosde transmissão por ele. Contudo a maioria dos casos é de transmissão entre seres humanos.
A lepra ataca hoje em dia ainda mais de 12 milhões de pessoas em todo o mundo. Há 700.000 casos novos por ano no mundo. No entanto em países desenvolvidos é quase inexistente, por exemplo a França conta com apenas 250 casos declarados. Em 2000, 738.284 novos casos foram identificados (contra 640.000 em 1999). A OMS(Organizaçao Mundial de Saude) referencia 91 países afetados: a Índia, a Birmânia, o Nepal totalizam 70% dos casos em 2000. Em 2002, 763.917 novos casos foram detectados: o Brasil,Madagáscar, Moçambique, a Tanzânia e o Nepal representam então 90% dos casos de lepra. Estima-se a 2 milhões o número de pessoas severamente mutiladas pela lepra em todo o mundo.
Tratamento No mundo existem muitos leprosários para o abrigo e a cura dos doentes de Hanseníase. A Igreja administra no mundo 547 leprosários, segundo dados do último Anuário Estatístico da Igreja. Eles são assim divididos: na África 198, na América 56 (total), na Ásia 285, na Europa 5 e na Oceania 3. As nações com o maior número de leprosários são: na África: República Democrática do Congo (32), Madagascar (29), África do Sul (23); na América do Norte: Estados Unidos (1); na América central: México (8); na América central-Antilhas: República Dominicana (3); na América do Sul: Brasil (17), Peru (6), Equador e Colômbia (4); na Ásia: Índia (220), Coreia (15); na Oceania: Papua Nova-Guiné (3). (Agência Fides 26/01/2013).
Hoje em dia, a lepra é tratada com antibióticos, e esforços de Saúde Pública são dirigidos ao diagnóstico precoce e tratamento dos doentes, à ajuda com próteses aos pacientes curados e que sofreram mutilações e à prevenção voltada principalmente para evitar a disseminação. O tratamento é eminentemente ambulatorial.
Apesar de não mortal, a lepra pode acarretar invalidez severa e/ou permanente se não for tratada a tempo. O tratamento comporta diversos antibióticos, a fim de evitar selecionar as bactérias resistentes do germe. A OMS recomenda desde 1981 uma poliquimioterapia (PQT) composta de três medicamentos: a dapsona, a rifampicina e aclofazimina. Essa associação destrói o agente patogênico e cura o paciente. O tempo de tratamento oscila entre 6 e 24 meses, de acordo com a gravidade da doença.
Quando as lesões já estão constituídas, o tratamento se baseia, além da poliquimioterapia, em próteses, em intervenções ortopédicas, em calçados especiais, etc. Além disso, uma grande contribuição à prevenção e ao tratamento das incapacidades causadas pela lepra é a fisioterapia.